Arquivo do autor:Cimar Aparicio

O fim da política do filho único na China

No dia 28 de outubro, o Partido Comunista da China anunciou o fim da controversa “política do filho único”. Essa medida faz parte do 13º plano quinquenal do governo chinês (o primeiro plano foi lançado em 1954). 

Demógrafos consideram que a política de controle populacional desencadeou um crescimento excessivamente acelerado da população de idosos, produzindo o agravamento dos custos da previdência social e dos serviços de saúde. Nos últimos anos, houve também uma redução da população em idade ativa em decorrência dessa política. 

Taxa de fecundidade total - China

Uma análise deste evento histórico é feita pelo professor Ricardo Ojima no artigo “A verdadeira bomba populacional“.

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Perfil da população economicamente ativa em São Paulo (2000-2010)

Artigo publicado no Primeira Análise, do Seade, traça o perfil da população economicamente ativa no Estado de São Paulo no período 2000-2010, considerando seus fatores condicionantes, de forma a ressaltar dados de relevo para a formulação de políticas públicas.

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Destaques:

  • No Estado de São Paulo, no período 2000-2010, em torno de 55% da população de dez anos e mais foi considerada economicamente ativa.
  • Entre os homens, essa proporção se manteve em torno de 70%; entre as mulheres, registra-se um forte incremento, chegando a 52%, em 2010.
  • A participação masculina, ou seja, a relação entre a população economicamente ativa e aquela em idade ativa (dez anos e mais) apresenta uma queda de mais de 3%, enquanto a feminina mostra um aumento superior a 9%.
  • A maior participação de homens encontra-se na faixa etária de 30 a 39 anos (acima de 90%) e a de mulheres ocorre entre 25 e 34 anos.
  • Em 2010, um trabalhador do sexo masculino ficaria em atividade por praticamente 45 anos em média. Entre as mulheres, esse número aumenta de 28 anos, em 2000, para 31 anos, em 2010.
  • O número estimado de anos na atividade econômica fica acima do limite estabelecido pela Previdência Social.
  • Se fossem eliminadas todas as doenças consideradas evitáveis, haveria um acréscimo de 5,3 anos na esperança de vida dos homens e de 2,8 anos para as mulheres.

Autor: Luis P. Ortiz Flores.

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Does anyone actually read your research?

Uma pergunta inquietante… do blog “Urban Demographics”, do nosso colega Rafael Pereira, comentando um estudo do Banco Mundial sobre quem “leu” seus relatórios, isto é, fez algum download de arquivo. O resultado não é positivo para uma instituição que quer contribuir para o debate ou para as políticas públicas.

http://urbandemographics.blogspot.co.uk/2014/07/does-anyone-actually-read-you-research.html

 

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Conferência Nacional sobre Migrações e Refúgio começa nesta sexta

A partir dessa sexta-feira (30) até domingo (1º), São Paulo sedia a etapa final da 1ª Conferência Nacional sobre Migrações e Refúgio (Comigrar). Migrantes, acadêmicos, representantes de organismos públicos, internacionais e da sociedade civil irão se reunir para discutir as propostas do debate público sobre a realidade migratória no País.

Ao final do encontro, as sugestões serão compiladas em um documento único entregue nas mãos do governo brasileiro, com o objetivo de subsidiar políticas públicas voltadas para a temática migratória.

Fonte: Portal Brasil

http://www.participa.br/comigrar/etapa-nacional#.U4ipoihML2o

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Uma fusão questionável

Editorial do jornal O Estado de S.Paulo questiona a fusão da Fundação Seade

O governo do Estado de São Paulo ainda não apresentou argumentos convincentes para justificar a fusão, em uma única instituição, de três fundações que prestam serviços relevantes para o aprimoramento da administração pública em todos os níveis e não têm funções superpostas…

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,uma-fusao-questionavel-,1094441,0.htm

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Mortalidade por acidentes de transporte em São Paulo

Estudo do projeto Primeira Análise da Fundação Seade. Saiba como, com quem, quando e onde ocorrem os acidentes fatais de transporte no Estado de São Paulo; números ainda são muito elevados em relação a países desenvolvidos.

De 1980 a 2010, cerca de 950 mil pessoas morreram em razão de acidentes de transporte no Brasil. Ocorrem no Estado cerca de 20 mortes por 100 mil habitantes a cada ano, taxa inferior à média brasileira, mas sete vezes a verificada no Reino Unido.
A Região Metropolitana de São Paulo apresenta os menores níveis de mortalidade, mantendo-se abaixo de 15 óbitos por 100 mil habitantes.
A análise mostra que os acidentes no Estado se concentram, temporalmente, nos fins de semana e, geograficamente, nas cidades cortadas por rodovias.
As mortes no trânsito acontecem mais entre homens do que entre mulheres – os atropelamentos são mais frequentes entre as pessoas mais velhas, ao passo que os acidentes de motocicleta atingem os grupos mais jovens. Os dados ressaltam a relevância de medidas preventivas, com destaque para a fiscalização no trânsito.

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por | 7 de outubro de 2013 · 12:50

O perfil das mortes por acidentes de transporte no Estado de São Paulo

Segundo a Organização Mundial de Saúde, os acidentes de transporte foram responsáveis por 1,23 milhão de mortes no mundo, em 2007, o que colocava essa causa de morte como a décima mais importante e a principal entre as causas de morte violenta. Naquele ano, no Brasil, ocorreram 38.409 mortes em razão de tais acidentes, resultando em uma taxa de 19,9 óbitos por 100 mil habitantes, pouco abaixo da média mundial (20,8 por 100 mil).
Desde 2007, os acidentes de transporte constituem a principal causa de morte não natural entre a população residente no Estado de São Paulo, posto ocupado pelos homicídios durante mais de 20 anos.
Verifica-se que as taxas de mortalidade por acidentes de transporte no Estado de São Paulo estão entre as menores do país, mas ainda elevadas quando confrontadas com as de muitos países, especialmente os mais desenvolvidos. Preocupa também o fato de as taxas permanecerem quase sem alterações nos últimos anos, mantendo-se um pouco abaixo de 20 óbitos por 100 mil habitantes, o que significa que ainda há muito por fazer para que alcancem níveis mais aceitáveis.
A Região Metropolitana de São Paulo apresenta os menores níveis de mortalidade, mantendo-se abaixo de 15 óbitos por 100 mil habitantes. A análise mostra que os acidentes no Estado se concentram, temporalmente, nos fins de semana e, geograficamente, nas cidades cortadas por rodovias. As mortes no trânsito acontecem mais entre homens do que entre mulheres – os atropelamentos são mais frequentes entre as pessoas mais velhas, ao passo que os acidentes de motocicleta atingem os grupos mais jovens. Os dados ressaltam a relevância de medidas preventivas, com destaque para a fiscalização no trânsito.

http://www.seade.gov.br/produtos/primeira_analise/mai/

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