Arquivo da categoria: Projetos

Nova Parceria: Peking University e China Center for Population and Development Research

parceria_pequim

Com o apoio da Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais (VRERI), as atividades de intercâmbio do Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó” (NEPO/UNICAMP) e o Programa de Pós-Graduação em Demografia ampliam a cooperação internacional da UNICAMP no campo da Demografia.

Entre 7 e 19 de novembro, as pesquisadoras Tirza Aidar e Elisabete Bilac, e o mestrando em demografia Gustavo Brusse, visitaram a Peking University e o China Center for Population and Development Research (CCPDR) dando continuidade aos estudos sobre o modelo de coorte-componente estendido para projeções de domicílios, iniciados durante o curso ministrado pelos demógrafos Yi Zeng e Zhenglian Wang no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH/UNICAMP) em setembro deste ano.

Como resultado das reuniões de trabalhos entre pesquisadores e dirigentes do CCPDR, foi firmado acordo de cooperação para os próximos dois anos, visando a produção e disseminação de conhecimento sobre projeções populacionais e de arranjos domiciliares no Brasil e países da América latina.

Fonte: Divulgação NEPO (http://www.nepo.unicamp.br/principal/destaques/china.pdf).

Deixe um comentário

Arquivado em Projeções Populacionais, Projetos

Site traz mapa com todos os refugiados no mundo desde 1975

Em 2012, 1 entre 665 pessoas no mundo era refugiada; total chega a 10, 5 milhões.

Por Guilherme Dearo

Reprodução/The Refugee Project

Mapa do The Refugee Project

Mapa do The Refugee Project: site traz dados de 1975 a 2012 sobre refugiados no mundo

São Paulo – Um novo projeto chamado The Refugee Project compilou dados sobre os refugiados no mundo e criou um mapa interativo.

Com dados de 1975 a 2012, você pode verificar o total de refugiados, a proporção de acordo com a população mundial e os países envolvidos em conflitos.

Clicando em cada região de conflito, você pode ver quantos saíram dali e para onde foram, com as rotas traçadas.

Por exemplo, da Síria, saíram 729 mil pessoas em 2012. Foi o quarto país com mais refugiados naquele ano.

As rotas mostram que os sírios foram para o mundo inteiro: do Oriente Médio até países como Brasil e Argentina.

O site foi feito pelo escritório de design nova-iorquino Hyperakt e pelo designer Ekene Ijeoma.

Segundo os criadores do projeto, visualizar em um mapa a situação dos refugiados no mundo todo pode incentivar ações de governos, instituições e pessoas.

No site, há um botão de doação, que direciona o usuário para o site da comissão de refugiados da ONU.

Análise

De 1975 a 1992, o número de pessoas que saíram de suas casas cresceu rapidamente. Em 1992, chegou ao máximo: 17,8 milhões de pessoas.

Naquele ano, o Afeganistão concentrava boa parte do problema, seguido por Moçambique e Iraque.

Depois, o número caiu pela metade até 2005. A partir desse ano, ele voltou a crescer.

Veja a comparação entre 1975 e 2012:

tab

Fonte original: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/site-traz-mapa-com-todos-os-refugiados-no-mundo-desde-1975

Deixe um comentário

Arquivado em Migração, Notícias, Projetos

Seminário Experiências de Campo em População e Ambiente

Seminario Nepo_Pesquisas de Campo(Arte: Kelly Moraes)

Deixe um comentário

por | 10 de abril de 2013 · 16:31

“O fenômeno da mobilidade pendular na Macrometrópole do Estado de São Paulo: uma visão a partir das quatro Regiões Metropolitanas oficiais”

O presente estudo tem como principal objetivo realizar um diagnóstico sobre as tendências e características da mobilidade pendular na chamada Macrometrópole Paulista que envolve as quatro Regiões Metropolitanas oficiais do Estado de São Paulo, além de municípios situados nas regiões nucleadas por Piracicaba, Sorocaba, Jundiaí, São Roque e Bragança Paulista. Para tanto serão utilizadas as informações disponíveis nos Censo de 2000 e 2010. O conhecimento da situação mais atual e da evolução do fenômeno em questão pode contribuir significativamente para a avaliação do processo de interação e complementariedade socioespacial que se desenvolve não apenas dentro das aglomerações urbanas, mas também entre elas, particularmente no contexto atual, onde já são claros os indícios de novas formas de localização tanto da atividade econômica quando da população em geral. Seja por conta da chamada “reestruturação produtiva” que, entre outros aspectos, favorece a desconcentração da atividade econômica, seja em função das novas formas de assentamentos humanos, em particular aquelas derivadas da urbanização dispersa ou “contraurbanização”. A verdade é que merece destaque o fato de que a pendularidade já não mais se restringe apenas ao interior dos grandes aglomerados urbanos.

Os mapas 1 e 2 que apresentam, respectivamente, para 2000 e 2010 os principais fluxos estabelecidos dentro da Macrometrópole e também contribuem para ilustrar a mobilidade observada nessa grande região.

Mapa01_JM

Mapa02_JMOutra informação que demonstra a intensidade da circulação das pessoas por motivo de trabalho é o fato de esses deslocamentos pendulares ocorrerem diariamente (ida e retorno para casa). Considerando os destinos daqueles que se deslocam diariamente para trabalhar em outros municípios, nota-se que quando se trata de deslocamento para município 

da mesma região metropolitana mais de 90% realizam seus deslocamentos nesses termos. Observa-se também que no caso da mobilidade pendular ser feita para outra região, ainda assim boa parte desses movimentos tem caráter diário. Isso acontece principalmente no caso do destino ser a RMSP. Para a RMC, isso também é verdade especialmente para os deslocamentos para “outras regiões”, provavelmente pelo fato da maioria delas ser também de caráter de mais curta distância. Já para a RMBS e RMVPLN, os percentuais de movimentos diários para outras regiões distintas da RMSP são bem mais baixos, fato que talvez espelhe as especificidades destas regiões, sobretudo em termos das atividades econômicas aí desenvolvidas como a portuária, petroquímica e aeroespacial.

Acesse o relatório completo do projeto “O fenômeno da mobilidade pendular na Macrometrópole do Estado de São Paulo: uma visão a partir das quatro Regiões Metropolitanas oficiais” clicando aqui.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Informações Úteis, Projetos, Publicações recentes