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Abertas as inscrições para o minicurso de Análise de Dados Qualitativos com ATLAS TI

LOCAL: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) UNICAMP

Sala: IH 02 (Prédio – salas de aula da graduação)

Data: 24 e 25 de agosto

 No âmbito do Programa de Seminários do Observatório das Migrações em São Paulo, o curso buscará oferecer perspectiva e ferramentas para potencializar a análise do material qualitativo coletado a partir de entrevistas, observação e anotações.

Para tanto, partiremos de uma discussão metodológica, baseada na polarização entre duas perspectivas. De um lado, aqueles que compreendem fornecer que a investigação deve ser sempre exploratória, descritiva e indutiva. De outro, os que acreditam que mesmo com “Small N“, os métodos qualitativos podem ser dedutivos e prover explicações de cunho causal. Esse embate se reflete na forma como as pesquisas são organizadas, e também nos procedimentos de análise do material produzido. Para ilustrar alguns aspectos dessa polarização, veremos duas abordagens que representam bem essas diferenças: (1) a Grounded Theory e (2) a Análise de Conteúdo.

Veremos como a leitura e a interpretação podem ser complementadas com técnicas de codificação, fragmentação e cruzamento. Além disso aprenderemos a produzir indicadores quantitativos simples sobre o texto para a identificação de regularidades e diferenças.

Público-alvo: Pesquisadores, professores e alunos que trabalham com pesquisa qualitativa e desejam conhecer um pouco mais sobre teorias e técnicas de análise textual. Além disso, aqueles que possuem uma grande (ou razoável) quantia de material qualitativo podem se servir bem da praticidade e sistematicidade provida pelos softwares que utilizaremos.

Número de vagas: 25

Inscrições: Clique aqui

 

PROFESSORA CONVIDADA

Monise F. Picanço é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade de São Paulo, tendo concluído o mestrado e a graduação em Ciências Sociais nessa mesma universidade. Desde o mestrado, tem versado sobre temas caros a Sociologia Econômica, com enfoque em mercados. É pesquisadora associada ao CEBRAP desde 2006, tendo também passado pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) entre 2010 e 2017. Em sua trajetória enquanto pesquisadora vêm trabalhando nas áreas de educação, desigualdade, políticas públicas e mercado de trabalho e se especializando nos estudos de metodologia, com interesse em técnicas qualitativas e quantitativas. Lecionou o curso “Análise de dados qualitativos com o uso de Atlas.ti” em diversos lugares, entre eles a iniciativa Metodológicas CEM, na Universidade de São Paulo, e no Programa Intensivo de Metodologia Quantitativa (MQ), do Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais (CPEQS), da UFMG.

 

PROGRAMAÇÃO

24-08

10h:00 – 12h:00 Recepção dos inscritos e introdução à teoria da análise de conteúdo – Profa. Dra. Lidiane Maciel e Profa. Rosana Baeninger

14h:00 –  18h:00 – Apresentação do Software Atlas TI – Profa. Ms. Monise Picanço

25-08

09h:00 – 12h:00 – Tratamento de dados qualitativos Software Atlas TI – Profa. Ms. Monise Picanço

 

ORGANIZAÇÃO:

Profa. Dra. Rosana Baeninger

Profa. Dra. Lidiane Maciel.

Informações: lidiani.maciel@gmail.com

 

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Brasil tem nona maior taxa de homicídio das Américas, diz OMS

Publicado em: https://nacoesunidas.org/brasil-tem-nona-maior-taxa-de-homicidio-das-americas-diz-oms/ .

O Brasil tem a nona maior taxa de homicídio das Américas, com um índice de 30,5 mortes para cada 100 mil habitantes, segundo dados de 2015. A informação consta de novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira (17).

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Foto: Índice de homicídios no Brasil é o nono maior das Américas Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

O Brasil tem a nona maior taxa de homicídio das Américas, com um índice de 30,5 mortes para cada 100 mil habitantes, segundo dados de 2015. A informação consta de novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira (17).

Entre os países das Américas, o Brasil só é menos violento que Colômbia (48,8), Venezuela (51,7), El Salvador (63,2) e Honduras (85,7). Apesar disso, o indicador brasileiro teve leve melhora frente ao ano anterior, quando estava em 32,4.

De acordo com o documento, a situação do Brasil no que se refere ao número de homicídios proporcional à população é pior do que de países como Haiti (28,1) e México (19), cujos índices, apesar de altos, são inferiores aos brasileiros.

Em relatórios anteriores, a OMS já havia afirmado que um dos principais impulsionadores das taxas de assassinato no mundo é o acesso a armas, com aproximadamente metade de todos os homicídios cometidos com armas de fogo.

O Canadá tem as menores taxas de assassinatos das Américas, com um índice de 1,8 homicídio para cada 100 mil habitantes. Outros países no topo da lista entre as menores taxas incluem Chile (4,6), Argentina (4,7), Cuba (4,9), Estados Unidos (5,3) e Uruguai (7,6).

O documento apontou ainda que as taxas europeias são significativamente inferiores às das Américas, com grande parte dos países registrando índices menores de 1 para cada 100 mil habitantes. De acordo com o documento, a taxa de homicídios na Alemanha é de 0,7 para cada 100 mil habitantes, enquanto na Espanha é de 0,8.

A OMS estima que ocorreram 468 mil assassinatos no mundo em 2015, uma queda de 19% frente ao ano 2000. De acordo com a agência da ONU, outras 152 mil pessoas foram mortas em guerras e conflitos em 2015, o equivalente a cerca de 0,3% das mortes no mundo naquele ano.

Do total de homicídios cometidos em 2015, 80% das vítimas eram do sexo masculino. Os homens na região das Américas registraram a maior taxa do mundo, com índice de 32,9, 12 vezes maior que a taxa na região do Oeste do Pacífico, que inclui países como Austrália.

Os dados fazem parte do relatório “Estatísticas Globais de Saúde: Monitorando a Saúde para os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável)”.

Clique aqui para acessar o relatório completo.

Fonte: https://nacoesunidas.org/brasil-tem-nona-maior-taxa-de-homicidio-das-americas-diz-oms/

 

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Demografia e Educação VI – E o tal bônus demográfico?

Por Flávia Longo

Este é o sexto de uma série de textos sobre algumas das relações que se estabelecem entre dinâmicas de população, estudos demográficos e questões educacionais. Hoje a ideia é problematizar a noção de bônus demográfico.

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Muito provavelmente você já ouviu a expressão “bônus demográfico”. Se você passou recentemente pelo Ensino Médio, deve ter visto nas aulas de Geografia ou de Sociologia, talvez associado à aula sobre Transição Demográfica. Se você já saiu da escola há um tempinho, deve ter se deparado com o bônus em alguma conversa ou talvez tenha lido em alguma matéria sobre a Previdência Social.

Mas, do que se trata mesmo esse bônus?

Existe um momento único da história de uma população em que a proporção de crianças e idosos é menor quando comparada à população de jovens adultos e adultos. O número de crianças diminui devido à queda da fecundidade e o grupo etário dos mais velhos, em função do aumento da expectativa de vida, vai crescendo em menor ritmo. Isto significa dizer que durante algumas décadas a população terá mais pessoas em idade potencialmente produtiva e menos em idades consideradas dependentes.

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envelhecimento.jpgVocê sabia que existe envelhecimento populacional relativo e envelhecimento absoluto?

O envelhecimento absoluto é o mais intuitivo e trata-se do aumento da média de expectativa de vida. O envelhecimento relativo, fruto da queda da fecundidade, é quando o peso proporcional dos idosos é maior em relação ao restante da população.

Fonte da imagem: http://www.revistapanoramahospitalar.com.br/2013-10-conahp-debate-envelhecimento-populacional-nesta-semana-746

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Para efeitos de cálculo, assume-se o grupo de crianças e adolescentes (0-14 anos) e de idosos (65 anos ou mais) como a parcela dependente da população e toma-se o grupo etário intermediário (15-64 anos) como a população em idade ativa ou que, teoricamente, teria condições de perfazer a força de trabalho. O professor José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) nos lembra que essa divisão é arbitrária. Existem outras formas de mensurar o bônus demográfico, dentre elas, a estimativa por meio da razão entre produtores e consumidores.

Quando a proporção de pessoas no grupo de 15-64 anos é maior do que os outros dois juntos (0-14 e 65+) ocorre a então denominada janela de oportunidades demográfica. Essa ideia foi trabalhada pelos professores Laura Wong e José Magno de Carvalho (CEDEPLAR/UFMG) no texto que hoje é referência para muitos demógrafos: “Uma janela de oportunidades: algumas implicações demográficas e socioeconômicas do rápido declínio da fecundidade no Brasil” (tradução livre).

De janela de oportunidades para bônus demográfico, está implícito que esse momento populacional teria uma conotação positiva. A palavra “oportunidade” vem da expressão ob portus – os ventos favoráveis que auxiliavam as embarcações a atracarem em seu porto de destino. Ou seja, esse momento populacional configura uma situação favorável, sobretudo para o crescimento econômico e para o ajuste do sistema previdenciário.

Mas, há que se relativizar o atributo de bônus. A ideia de bonificação pressupõe que toda a população ativa esteja em condições de produzir e gerar riquezas. Podemos nos questionar, principalmente, a definição de idade produtiva para o intervalo de 15-64 anos. Quantos desse grupo não estão tendo condições de trabalhar? Quantos aposentados permanecem no mercado de trabalho, porque a aposentadoria não é suficiente para cobrir as despesas? E quantos permanecem porque são extremamente saudáveis e ativos? Quantas crianças e adolescentes precisam conciliar escola e trabalho para ajudar no sustento familiar?

Além da dimensão econômica, a ideia de aproveitamento do bônus também perpassa outras questões. Nossa proposta aqui é explorar um pouco a relação com a Educação. Dentro de uma lógica neoliberal, podemos pensar que a escolarização é pré-requisito de qualificações exigidas pelo mercado de trabalho. Ainda que a escolaridade não seja mais garantia de ocupação no mundo do trabalho, não tê-la pode caracterizar uma situação ainda mais complicada… Outro aspecto a ser mencionado é o tipo de ensino ofertado. A quem se destinam as vagas nos cursos técnicos? E no Ensino Superior? Será que o bônus não teria também suas desigualdades internas?

Quando pensamos em bônus, pensamos também no potencial  da população de adolescentes e jovens. Para que isso se converta em força de trabalho (qualificada) é preciso, antes de mais nada, que essas pessoas estejam vivas. Pode parecer cômico, até mesmo óbvio. Mas, o aproveitamento do bônus requer também que olhemos para as estatísticas de violência e de mortalidade, sobretudo, dentre os jovens. Por exemplo, em trabalho sobre o México, o pesquisador do Colégio do México (COLMEX), Victor Guerrero indicou que o bônus mexicano tem sido perdido para o narcotráfico.

Bourdieu disse que juventude é apenas uma palavra. E como tal, seu significado muda de acordo com o contexto histórico. Hoje, a juventude é também um segmento etário que define, por exemplo, o direcionamento de políticas públicas. E em se tratando de bônus, é preciso uma análise mais compreensiva e abrangente acerca da condição juvenil. Não apenas capacitá-los para ocuparem uma posição no mercado de trabalho (e de consumo) – ou garantir que o mercado tenha condição de absorvê-los. É preciso ainda ouvir suas demandas, mesmo que elas estejam nas entrelinhas. No entanto, as estatísticas mostram: a primeira delas é o direito à vida. Com alguma dignidade, se possível.

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No Brasil a janela de oportunidades está prevista para começar a se fechar a partir de 2030, que é quando a proporção de idosos começa a crescer em relação ao restante da população. Há ainda pesquisadores que tratam da existência de um segundo bônus demográfico, proveniente da melhoria das condições de vida, que permitiria um maior tempo de vida produtiva. Diferente do primeiro, o segundo bônus não teria prazo para terminar.

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Fonte da imagem (image source): http://www.csstoday.com/Item/538.aspx

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Para saber mais:

Pesquisa da ONU sobre o que querem os jovens latino americanos

Pesquisa sobre a relação entre evasão escolar e aumento da violência em Porto Alegre

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Flávia Longo é mestre e doutoranda em Demografia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Unicamp. Formada em Ciências Sociais pela mesma instituição, acredita no potencial transformador do ensino e da pesquisa para oferecer respostas às questões sociais. Contato: flavialongo@nepo.unicamp.br

 

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IX Programa de Capacitação: População, Cidades e Políticas Sociais

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Participantes do IX Programa de Capacitação: População, Cidades e Políticas Sociais na FCLAr/UNESP. Fonte: Domeniconi (2016). Banco de Imagens do Observatório das Migrações em São Paulo.

No contexto do Programa de Seminários do Observatório das Migrações em São Paulo (NEPO/IFCH-Unicamp) ocorreu nos dias 05 e 06 de abril na Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual “Júlio de Mesquita Filho” a nona edição do Programa de Capacitação: População, Cidades e Políticas Sociais.

Nessa edição, o Observatório das Migrações contou com a parceria do Observatório dos Conflitos Rurais em São Paulo e do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Sociedade, Poder, Organização e Mercado (NESPOM-FCLAr). Tendo ainda o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Fundo de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FAEPEX-Unicamp),  do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), do Departamento de Pós-Graduação em Demografia da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp), do Departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (FCLAr-Unesp) e da Prefeitura Municipal de Araraquara.

O público presente no evento era composto, majoritariamente, de profissionais vinculados aos poderes públicos municipais da região central do Estado de São Paulo e pertencentes aos quadros legislativos e executivos. Destacando-se também a participação de representantes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-Unidade Botucatu),  da Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (FUNDAP), da UNICAMP (Campus Campinas), da UNESP (Campus Araraquara e Franca), UFSCar (Campus São Carlos), USP (Campus Ribeirão Preto), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), da Universidade de Araraquara (UNIARA) e da Universidade Paulista (UNIP). Contamos, nesse sentido, com a presença de 50 participantes nos dois dias de atividade. As palestras foram pensadas com o objetivo de sensibilizar e capacitar os ouvintes acerca das transformações sociodemográficas nacionais e regionais.

Na quarta-feira (05/04), a abertura do evento foi realizada pela Profa. Dra. Maria Chaves Jardim (NESPOM-FCLAr-UNESP) e pela Profa. Dra. Rosana Baeninger, coordenadora do Observatório das Migrações em São Paulo (NEPO-IFCH/UNICAMP).  Já a Conferência de Abertura ficou ao encargo do Prof. Dr. Alberto Riella (UDELAR-UY) e teve como título “A Problemática da Globalização da Agricultura e os Impactos Sociais no ConeSul”.  O período da tarde foi dedicado a palestras da Profa. Dra. Rosana Baeninger e da Dra. Roberta Peres (NEPO-Unicamp) com o título “Transição Demográfica e Políticas Sociais: A importância dos Indicadores Sociais” e posteriormente com a contribuição da Profa. Dra. Lidiane Maciel (IFCH-Unicamp) e da Ma. Giovana G. Pereira com a Mesa Redonda: A Dinâmica Populacional na Região Administrativa Central.

Enquanto que na quinta-feira (06/04), no período da manhã, ocorreu a Oficina “Pesquisa Etnográfica: Referências para Políticas Públicas no rural e no urbano” com as contribuições da Profa. Dra. Maria Chaves Jardim, da Profa. Dra. Lidiane Maciel e da Ma. Thauana Gomes (Núcleo de Pesquisa e Documentação Rural/NUPEDOR-UNIARA). No período da tarde, a Mesa Redonda “Demandas Locais e Regionais”, sob a mediação do Prof. Dr. Sérgio Fonseca (FCLAr-Unesp) e da Profa. Maria Chaves Jardim, contou com as falas da Ma. Juliana Agatte (Secretária de Planejamento e Participação Popular), de Alcindo Sabino (Coordenador da Participação Popular) e de Filipe Brunelli Iani (Assessora de Políticas LGBT) da Prefeitura Municipal de Araraquara, bem como, de Djalma Nery, co-fundador da Associação Veracidade.  Ao final do evento, sob a coordenação da Dra. Rosemeire Salata e do Dr. Leonardo Reis, os participantes presenciaram o lançamento do livro “Lutas Sociais no Campo – São Paulo 2014-2015”, organizado pelo Observatório dos Conflitos Rurais.

Para acessar mais fotos do evento: Clique aqui.

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Five grad positions in Geography at West Virginia University

IGU YECG- Young & Early Career Geographers

The Geography Program at West Virginia University is currently recruiting five funded graduate students for 2017-18 academic year.  WVU Geography offers both Masters and Doctoral degrees and a rigorous certificate program in Geographic Information Science.  Our rapidly growing graduate program is composed of 19 core geography faculty with expertise in the interdisciplinary subfields of Human Geography, Environmental Geography and GIScience (http://www.geography.wvu.edu/people).  WVU Geography faculty are engaged in local, regional and global research focused on human-environment relations, climate change, political geography, spatial science, digital humanities, forest ecosystem modeling, cultural and political ecologies, conservation science, feminist geography, science and technology studies, humanitarianism, land change science, critical cartographies, food justice, and development geography.  Faculty are currently conducting research in South Asia, Latin America, Sub-Saharan Africa, the Middle East, East Asia and the United States, including Appalachia.

The geography faculty are recruiting for 5 Graduate Research Assistant positons on funded projects.  Applicants…

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Young and Early Career GEO in Beijing 2016

Banho de assento

Dear Young and Early Career Colleagues,

IGU’s inaugural Young and Early Career (YEC) Taskforce meets for the first time at this year’s IGC in Beijing. Please join us for our first meeting-cum-launch session and Masterclass event on 22 August at 2:30pm (please check congress booklet for venue details upon registration in Beijing). YEC’s first ever Masterclass, will provide a unique opportunity for early career colleagues to get academic survival tips from senior colleagues including how to find  funding and proposal writing. We hope to organise more of such activities and also provide a unique platform for networking and collaboration with all existing early career groups already working as part of the various IGU commissions. If you plan to be in Beijing this August, please do join us to learn more!

We are also looking for members who are interested to become more involved in YEC. The meeting in Beijing provides a great…

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Repúdio à indicação de nova Presidência do IBGE

Banho de assento

A notícia da indicação de Paulo Rabello de Castro para a presidência do IBGE é extremamente preocupante. O indicado, amigo do presidente interino, é vinculado a interesses privados, em especial do mercado financeiro. Trata-se de diretor presidente da SR Rating e fundador da RC Consultores, empresas de consultoria financeira que elaboram projeções que são vendidas no mercado, utilizando, dentre outros, dados do IBGE.

As informações produzidas e disponibilizadas pelo IBGE são intensamente utilizadas em pesquisas no Brasil e no exterior – pesquisas de comparabilidade internacional – por sua reconhecida qualidade e excelência. Necessário lembrar que as pesquisas do IBGE sempre nos colocaram em igualdade de condições, sob o ponto de vista da qualidade e confiabilidade dos dados, com os pesquisadores dos países centrais.

Com mais de 220 publicações ao ano, o IBGE produz uma verdadeira radiografia do país, em sua diversidade de aspectos (econômicos, sociais, demográficos, políticos, geocientíficos) com dados…

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